N106 — Relato e avaliação médica
O relato não demonstra que a masturbação cause os sintomas descritos ou a morte. A sonolência persistente de uma criança, sobretudo acompanhada de cansaço ou dores, requer avaliação médica, como orienta a instituição francesa Assurance Maladie. A deficiência dos rins mencionada aqui é o termo tradicional chinês shenkui, não um diagnóstico biomédico estabelecido.
N107 — Duas passagens resumidas
ZH-L0739 e ZH-L0741 são apresentados expressamente como resumos não explícitos. Preservam o sofrimento, o contexto familiar e o pedido de ajuda, sem reproduzir pormenores de comportamentos sexuais de uma criança muito pequena. Não constituem traduções integrais dessas duas passagens.
N108 — Citação e variantes
A citação retoma, com abreviações e diferenças de redação, o segundo dia dos ensinamentos de Yinguang para proteger o país e afastar calamidades. A transcrição consultada traz duas vezes 殃 (“calamidade”) onde este livro escreve 秧 (“muda de planta”). A tradução segue o contexto de calamidade, sem alterar silenciosamente o chinês. A menção aos descendentes acompanha a explicação dada por Yinguang após a citação, não palavras explícitas da frase citada neste livro. O verso atribuído ao Buda aparece nesses ensinamentos, mas sua fonte mais antiga em um sutra não foi estabelecida aqui.
N109 — Fonte do trecho de Yinguang
A citação consta do terceiro conjunto dos escritos de Yinguang, volume 4, no ensinamento do oitavo dia sobre os três refúgios, os cinco preceitos e as dez boas ações, no parágrafo completo sobre conduta sexual imprópria. A outra transcrição consultada dos ensinamentos para proteger o país tem redação diferente nesse ponto; as duas versões não são confundidas.
N110 — Argumentação religiosa e saúde
As relações afirmadas aqui entre conduta sexual imprópria, masturbação, doença e infertilidade pertencem à argumentação religiosa do autor, não a um diagnóstico médico. A OMS descreve diferentes causas femininas, masculinas e não esclarecidas de infertilidade. Infecções não tratadas podem ser uma causa, mas a infertilidade não comprova culpa moral. A masturbação, por si só, não demonstra os danos físicos alegados neste texto.